É em casos como “1972”, que o Burro dá graças a deus pelo milagre da multiplicação. Viva a pirataria, que faz com que já algumas dezenas de privilegiados andem encantados com a genialidade das novas canções do rapaz. O Burro nem consegue sequer articular um raciocínio coerente sobre o disco, not today, é preciso concentração e sobretudo distanciamente. Assim a quente, diga-se o que se disser fica sempre a impressão de que lhe estamos a tirar 90% do valor que ele tem. É dificil escolher uma canção preferida, é difícil não achar que a seguinte é sempre melhor que a anterior, é difícil passar à faixa seguinte porque esta é viciante, mas ao mesmo tempo é difícil não passar porque a curiosidade de descobrir se o melhor foi mesmo guardado para o fim é muito forte, é não sentir o estômago. É tão fácil gostar do Josh Rouse... É difícil escolher uma canção preferida mas o Burro gosta muito do ritmo funky-disco-nite de
“Come Back (Light Therapy)”. Uma terapia de luminosidade musical, é o que este disco é. E vai daqui um coice positivo para a Radar que roda neste momento em regime de Novidade este vício chamado “Come Back (Light Therapy)”. Um verdadeiro fenómeno de massas cá no estábulo e arredores. Assim de repente, e para quem só lá vai com números, 10/10 é às orelhas do Burro a única classificação justa para "1972".
O Burro aconselha novamente:
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