é esta a presente situação cá em casa: enquanto estou no sofá a pôr a escrita em dia, a bobina, ja de barriga cheia, e terminados que estão os passeios do dia, foi deitar-se na minha cama. geralmente escolhe um cantinho e entola-se para lá. reparei há pouco, que hoje foi instalar-se confortavelmente no meio da cama, com o focinho encostado na minha almofada. está com um ar tão confortável, que não fui capaz de a mandar para a cama dela. pior, ainda fiquei com pena de não ter conseguido tirar uma foto do momento. se desse por muita movimentação, ia achar que estava na hora de mais um passeio, e ninguém quer isso para a sua vida quando estão 5 grauzinhos lá fora, a ameaçar chuva. deixai-a a estar na cama da dona, no lugar da dona, na almofada da dona. é tudo dela, até a dona, ora bem.
quinta-feira, janeiro 27, 2011
devagar, devagarinho...
continuo com a sensação de que ando a ser atropelada três vezes por semana, e ainda por cima pago para isso. a próxima semana promete todo um novo mundo de dores, mais três vezes, pelo menos em dias alternados. diz que lá para março já tenho a minha vida de volta, que estou a melhorar a olhos vistos, qual milagre da fisioterapia.
o agudo das dores já ia em tal escala que cheguei a duvidar que alguma vez fosse ter de volta a minha vida sem dores, sem limitações, sem farmácias de serviço permanente. quero muito chegar ao dia em que me consiga abstrair de que tenho costas, coluna, cervical, zona lombra, nervo ciático e essas coisas. quero que existam, sem me lembrarem constantemente que ali estão, a massacrar, a massacrar... quero que funcionem, sei lá, como o apêndice, que nem sei onde está, nem o que está a fazer, mas está. mais discreto é impossível. quero poder sentar-me à balda, apanhar a caneta que cai ao chão sem pensar que a seguir tenho de me levantar, quero entrar no carro sem ter de endireitar o banco como uma recém-encartada, enfim... quero a minha descontração diária de volta, com a promessa de que não volto a adotar má postura.
para já, a paciência ajuda-me a estar em repouso (quase) absoluto. é o chamado vivó descanso forçado. valha-me os progressos visíveis.
as pulgas contra atacam...
alguém dia, por favor, às pulgas, que o despertador ainda não tocou. a primavera ainda vem longe, estão 10 graus lá fora, pelo que as mesmas deveriam estar lá no sítio onde as formigas passam o inverno sossegadinhas a encher o papo. estamos em janeiro, senhoras, deixem-se estar descansadas, que lá por estar sol não quer dizer que março já tenha chegado. deixem-se de ataques à bobina, que a pequenita não vos suporta, mesmo! esta tarde, já sei que os meus planos passam por descobrir onde andam as intrusas. o lombo da bobina está longe de ser um parque infantil.
sexta-feira, janeiro 21, 2011
uma bobina, duas, bobinas, três bobinas...
desde que fui conquistada pela pequena bobina, que há uma coisa que me tem suscitado uma curiosidade impossível de satisfazer. pelo menos até hoje. sempre tive uma pena inexplicável de não ter conhecido a bobina em cachorro. não poder saber como era esta pequenita quando nasceu. mais, não poder vir a saber como seriam as bobininhas, caso esta madame fosse mãe.
esta noite, sem que nada o explique, sonhei que a bobina tinha sido mãe de duas linda bobininhas. uma, seguindo as tendências da moda, saiu assim para o cinza mesclado (felizmente, nenhuma saiu em tons de roxo, livra!) e a outra, seguindo as tendências da mãe, completamente loira. as duas pequeninas, lindas, simpáticas e tão doces, tão doces, tão doces como a mãe bobina.
não tive oportunidade de assistir ao parto. de resto, no sonho não houve parto nem falta dele. estavam apenas as três tranquilas deitadas ao sol. as bobininhas de um lado, e a mãe bobina assim para o afastado, o que me levou a constatar com alguma tristeza no sonho que a bobina era uma daquelas mães-cadelas que rejeitam os filhotes. era ver madame bobina deitada ao sol, com aquele ar altivo com que se mostra a quem quiser ver, de nariz empinado, quando está na hora dos banhos de sol no quintal. lá estava ela, vaidosa, como se não fosse nada com ela.
com uma bobininha em cada mão, e uma bobina a olhar para mim lá ao fundo, lembro-me de me ter deparado com apenas um dilema em relação a toda a novidade. claro está que assumi que em vez de quatro patinhas, a partir daquele momento passariam a cirandar cá por casa 12 patinhas. até aqui tudo bem. óbvio. o problema é que tinha duas cadelas para batizar, e só uma podia ser a bobininha. e a outra? hummm?
este sonho vai direitinho para a família gamma que terá certamente nos próximos tempos muitos sonhos felizes com o pequenito kit, que ontem se despediu de nós.
quarta-feira, janeiro 19, 2011
sol de inverno...
aos dezoito dias do mês um de dois mil e onze, regista-se que a bobina foi ao banho num dia de sol. seriam umas desertas três da tarde, em carcavelos. o calor das correrias terá apertado, e numa rápida escapadela até à areia, a bobina perseguiu uma mão-cheia de pássaros - o momento foi registado pelo maquinão fotográfico de um anónimo que por ali passava - a alta velocidade e terminou a prova dentro de uma generosa poça de água do mar que se formou junto às rochas. depois de umas refrescantes braçadas, siga para a areia, que um banho de mar sem rebolar na areia nem sabe a banho de mar.
é claro que deu espetáculo aos poucos que por ali passavam àquela hora. um pescador assistiu, sentado nas rochas. decidiu dar um prémio à bobina: dois peixinhos acabados de pescar, assim como vieram ao mundo. qual grelha, qual sal, quais pimentos... assim mesmo ao natural, como não o deixa mentir o hálito da bobina nas próximas semanas.
um casal de velhotes também assistiu à performance da bobina, mas da bancada. estavam a almoçar. passaram no supermercado antes, e foram até à praia munidos de uma merenda recheada. para a bobina dispensaram três fatias de queijo flamengo.
em casa, pacientemente à espera, com um sorriso maléfico... a banheira e o secador!
sábado, janeiro 15, 2011
sábado à tarde...
depois da seca que apanhou de manhã, a ver-me limpar a casa, apanhar e estender roupa, a bobina foi recompesada à tarde. deixou-me ir almoçar fora depois do passeio rotineiro, e no regresso do meu repasto foi informada de que estava na hora dela. tempo de espairecer e fazer valer um sábado à tarde sem chuva e até com um sol envergonhado à espreita. as quatro inquietas patinhas foram passear à beira mar, para os lados de cascais. à solta, de cascais até ao estoril, com um rabinho descontraído, a abanar em círculos, a mostrar a felicidade da pequenita. muitos outros cãezinhos cruzaram o caminho da bobina. ladrou mais alto que todos, com a mania de que era tudo dela. sou eu que a ensino assim, que o mundo é dela, que é a melhor do mundo, e o pior é que o faço todos os dias, já sem dar por isso. depois de algumas conversas à parte e de uns puxões de orelhas, lá acalmou a cavalaria e seguiu a vida dela. para lá e para cá, sem se queixar de dores nos patinhas nem nas perninhas. uma atleta, esta bobina.
na chegada a casa, o cenário era previsível. jantar, xixi, cama. por esta ordem e tudo. dorme a sono solto na almofada do cantinho do sofá.
sexta-feira, janeiro 14, 2011
o inverno...
se há coisa que a bobina não revela habitualmente é a vontade de ficar na rua e não ir para casa depois dos passeios. depois de ouvir o habtual "vamos para casa" planta-se à porta do prédio e aguarda que lhe tire a trela para ir a correr para casa. no inverno a coisa muda de figura. não sei se por saber que o próximo passeio está sempre em risco por causa da chuva, se por outra coisa qualquer que lhe passa pela cabela.
há vários dias que a pequenita, depois de eu lhe tirar a trela fica quietinha a ver as vistas à porta do prédio e não há nada que a faça regressar à base. quer dizer... quase nada... dou-lhe um minuto. à falta de resposta lanço o olhar 37 e é tiro e queda. casa com ela.
quinta-feira, janeiro 13, 2011
a queda de um mito...
será possível que os meus 40 minutos de natação me tenham dado cabo das costas? será possível que tenham estragado todo o trabalho dos santos doutores da acupuntura que me estão a pôr como nova? será possível? depois de tudo o que passei/ sofri/ penei/ gritei para dentro nos tratamentos de 2ª feira por causa das dores?
não quero acreditar que a minha forma está tão boa, que ande a fazer esforço a mais com os bracinhos e as perninhas. não sei se fique triste ou contente por a partir de agora ter de ir para a piscina com consciência de que não vou lá para bater recordes, mas por questões de saúde. no fundo, tenho de lá ir passear-me, para lá e para cá, para lá e para cá, sem metas nem tempos a cumprir. é isso?
e afinal que desporto pode fazer quem tem problema de cervical e na zona lombar? bicicleta para esquecer, correr nem pensar, abdmominais é a morte da artista, ... estou a esgotar as opções. preciso de um treinador do peso certo que me oriente, mas sem pagar, se puder ser. vou enviar um sms.
quarta-feira, janeiro 12, 2011
o roofy...
acordo cedíssimo com tudo dormido. e quando acrescento o -íssimo é porque falo de quatro e meia da manhã. aguento-me mais um bocado às voltas a gritar por súbito ataque de sono que me faça dormir. o tal de joão pestana não me ouve. levanto-me antes das galinhas com o incentivo de chego mais cedo e saio mais cedo, e com sorte durmo uma sesta.
saio de casa com a bobina às sete, noite cerrada, já de banho e pequeno almoço tomados. penso baixinho para não acordar ninguém, que depois do passeio é só convencer a pequenita a ir para a cama dela e siga porta fora. penso isto antes de encontrar o roofy deitado na minha rua, junto aos carros, acordadíssimo, como se estivesse em casa.
mal vê os cabelos loiros e a ancas sexy da bobina não dá hipótese... patapum, patapu, patapum, patapum, estrada fora em direção a nós. antevendo uma crise de histerismo da bobina quando o visse àquela velocidade, soltei-a. quando está solta defende-se. quando está presa guincha com medo. lá se entenderam, que é como quem diz, a bobina deu-lhe para trás do alto dos seus trinta centímetros de altura. o roofy é uma espécie de golden retriever, um cavalinho, portanto.
segue-nos todo o caminho do nosso passeio. vem até ao jardim connosco. enquanto isso vou tentando ligar para o números de telefone que o roofy traz na ao pescoço, presa na coleira. está bem tratado e tem dois número de telefone na chapa, mas nem sinal do dono. ninguém atende. ligo uma, duas, três vezes e ninguém atende. ligo o outro número, e lá me atende uma senhora ensonada... eram pouco mais de sete da manhã.
peço desculpa pela hora. pergunto-lhe se tem um cão chamado roofy, ela confirma e acrescenta que o cão não dormiu esta noite em casa. digo-lhe que está comigo, ela pede-me que o deixe na rua, que ele volta para casa. digo-lhe que não posso fazer nada, que o cão anda atrás de mim e da bobina. volta a insistir, que ele volta para casa. disse-lhe que assim o faria, incrédula com a resposta, mas conformada.
o roofy continuou o passeio com a bobina. correu à vontade no jardim, e voltou connosco para casa. trouxe-nos à porta de casa. entrei para deixar a bobina e ir buscar as coisas para depois ir à minha vida. prometi-me que se o cão ainda estivesse cá fora, quando voltasse a sair, ia levá-lo a casa, nem que tivesse de acordar a família toda por telefone. não foi preciso.
espero do fundo meu coração que ó roofy tenha seguido direitinho para casa e que esteja neste momento a dormir tudo o que não dormiu esta noite, depois de ter bebido uma bela taça de água fresca.
terça-feira, janeiro 11, 2011
olha, olha...
eis que quando já nada se espera, surpreendem-nos pela positiva. depois de tantas desilusões, chego a ficar incrédula mesmo ao olhar para tudo confirmado por escrito e devidamente assinado. há sempre a parcela do "podia ser melhor", porque podia, mas a fasquia já desceu tanto, que as minhas expectativas foram descendo ao mesmo ritmo. está o copo meio cheio, quem diria.
sábado, janeiro 08, 2011
quem anda à chuva...
depois da molha que eu e a bobina apanhámos esta manhã, tenho impressão que não me atrevo a levá-la a passear antes dos primeiros dias de verão. saímos descansadinhas, rua acima em direção ao jardim. depois das voltinhas da praxe, quando nos preparávamos para passar rapidamente pelo veterinário para ir buscar a ração da bobina, antes de regressar a casa, eis que começa a chover. tudo bem, nada de novo.
aguardamos aqui um bocadinho que é abrigado, e já vamos. bobina senta. bobina não vás para aí. bobina está a chover. e chove cada vez mais. bobina senta, só mais um bocadinho. meia hora depois... olha bobina, que se lixe a chuva, temos de ir. e fomos. corremos rua abaixo debaixo de chuva torrencial. soltei a bobina a meio da rua, para que ela não tivesse de correr à minha velocidade, molhando-se assim o dobro do necessário, mas sobretudo para que não me espalhasse ao comprido nalguma poça, com os puxões de trela da pequenita. foi vê-la partir em alta velocidade, rua abaixo, direitinha à nossa porta. alguém se lembrou de ir visitar os gatinhos hoje ao fim da rua? alguém insistiu para passear só mais uns minutos? tá bem abelha...
na chegada a casa, vai de lençol de banho e secador, que o caso é grave. e ainda hoje não voltou a pedir para ir à rua. foi remédio santo.
quinta-feira, janeiro 06, 2011
a gulodice...
descobri hoje por que é que a bobina vai sempre a correr quando vê uma criancinha. com um olhar mais atento que o habitual, reparei que a pequenita vai direita às mãozinhas dos demais pequenitos. o assustador poder de observação da bobina já a fez perceber que na mão de um pequenito há sempre uma bolacha maria. nem que seja umas singelas migalhitas.
de cabeça...
de assinalar, a manhã toda com uma dor de cabeça tremenda. mesmo no cimo da cabeça, bem centradinha. sinto-me como se tivesse mergulhado ontem direitinha com a cabeça no fundo da piscina.
quarta-feira, janeiro 05, 2011
o regresso à piscina...
não sei ainda se fui no horário mais indicado ou no mais perigoso para não voltar a pôr lá os pês antes de julho, para me pôr em forma para o verão em duas semanas, como deve ser e como manda a tradição dos sedentários o resto do ano.
regressei à natação hoje à hora de almoço. não fazia ideia quem lá estaria a esta hora, se reformados, crianças ou a alta competição. parece que um pouco de tudo, mas sobretudo a terceira idade, adepta da hidroginástica, e muita gente, como eu, que podia estar em melhor forma.
não é bom. eu cá preciso de desafios para me agarrar às coisas. nem é pela competição dentro de água, porque o meu espírito nunca foi muito para o competitivo. acontece que quando chego ao balneário, o cenário que se apresenta à minha volta faz de mim a mais esbelta e elegante nadadora do mundo. eu mesma. ahahahahahaha. não que vá para ali olhar para o lado, mas quando a obesidade se apresenta defronte de nós em fio dental, não há como não ver. e a competição, lá está, com a terceira idade é desleal por motivos óbvios.
enfim... foram precisos alguns meses para me resolver a regressar às braçadas, para lá chegar e assim de caras me sentir mais elegante do que nunca. a ver quando regresso. já decidi que quero ir sempre a esta hora. até estar realmente em forma, prefiro "competir" com os maus fracos. é feio da minha parte, mas também não incomodo ninguém nadando para lá e para cá, nem ninguém ali sabe o que me vai na alma.
vamos ao que interessa: 40 minutos para 1500m
(obs. mais ou menos a meio achei que morria afogada dada a falta de fôlego, mas não dei parte fraca, não fossem depois meter-me na piscina da hidroginástica da terceira idade).
a chuva. outra vez.
manhã marcada por uma bobina inconsolável por não poder dar o passeio habitual das seis da manhã. a chuva não deu tréguas, tivemos de regressar a casa poucos minutos depois de termos saído. o pior de tudo é que viu um dos dela a passear alegremente à chuva como se a primavera já tivesse dado o ar de sua graça. deve ter-me achado a dona mais chatinha do mundo, bem ao estilo dos pais que não deixam fazer nada, sob pena dos filhos se constiparem. é o que temos... já é uma sorte deixá-la andar descalça, com as patinhas na pedra, de inverno e de verão.
terça-feira, janeiro 04, 2011
na cozinha...
não que goste por aí além de cozinhar. acho que gosto até menos do que o normal, se é que isso existe. o que gosto muito é de ver programas de culinária na tv e saltar de blog em blog da especialidade, sejam eles dedicados a doces ou a salgados, a pratos ou a sopas. gostava mesmo muito é que as receitas me começassem a sair tão boas quanto eu as imagino quando vejo esses chefs modernos a confecionar esses manjares dos deuses.
há coisas que me saem tão ao lado, mas tão ao lado, que chego a imaginar que quando dizem na televisão que o creme de espargos em causa é a última maravilha do mundo da culinária, só podem estar a mentir com quantos dentinhos vão trincar os espargos que ficama boiar no creme. se eu sigo as receitas, passo a passo, como é que os resultados poder ficar tão distantes no fim de contas? hummm? será do trem de cozinha?
neste caso, o creme foi de cogumelos. tanto sal, tanto sal, que quando provei cheguei a pensar que tudo aquilo se devia a estar a provar a sopa com a colher que lhe deitei o sal. nãããã... pode ser que resulte com os espargos.
cheap-fashion...
não se pode vestir nada pouco usado por estes dias pós-festas, que toda a gente assume que recebemos no natal. o mesmo se aplica a quando regressamos de férias. é por estas e por outras, que simples casacos da corriqueira, mas preciosa, zara, já passaram por ter vindo de cidades tão cosmopolitas quanto nova-iorque e paris. zara-colombo.
segunda-feira, janeiro 03, 2011
vamos a isto...
este ano prometi-me não fazer resoluções. também não quis fazer um balanço do que passou. assim na diagonal consigo catalogar 2010 como um ano mauzinho e onde não quero andar outra vez. não posso deixar de lado que vivi alguns dos melhores dias da minha vida no ano que passou, mas no geral o panorama não foi animador. para o que agora entrou, não faço previsões nem traço metas. para já, entro com o pé direito num ano em que sei com quem quero estar, onde quero estar e o que quero fazer. pormenores, detalhes e concretizações só com o andar da carruagem. feliz 2011.
da saúde...
ao primeiro dia útil de 2011, o meu quadro clínico diz que estou melhor das costas, zona lombar e afins, mas que do sistema nervoso continuo a mesma desgraça. pumba, tratamento reforçado logo à segunda feira que é para aprender a não ferver em pouca água. bambu, diz a doutora, tenho que sofrer aqui uma mutação e passar de carvalho a bambu. e eu tudo bem, a questão aqui é que parece que as raizes estão bem fundas... mais agulhas para a semana.
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